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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Mantenha Fora do Alcance de Crianças




Começando o horário de verão 2011 a [pH2]: estado de teatro volta com mais uma temporada do espetáculo.
O calor toma conta do ambiente. A ausência de copos em um encontro familiar traz a tona o passado esquecido. Duas figuras passam a entrar em conflito permanente. Em meio a tanta histeria, os outros habitantes comemoram a chegada de mais um verão.

Direção: Rodrigo Batista
Elenco: Bruno Caetano, Bruno Moreno, Catarina São Martinho, Júlia Moretti, Júlio Barga, Leonardo D'Aquino, Maria Emília Faganello, Mariana Soutto Mayor
De 12 a 27/10 no Teatro João Caetano
Rua Borges Lagoa, 650 (Próximo ao metrô Santa Cruz)
Quartas e Quintas, às 21h
Ingressos a R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia entrada)
ingressorapido.com.br

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A ATIVIDADE TEATRAL EM PERSPECTIVA

O que o termo crise define é na maioria das vezes transformação, o que não significa em última análise estar maior o menor em relação ao estado anterior. O teatro tem passado por uma série de transformações. O advento da TV, do cinema e da internet (os dois primeiros dão um salto em relação ao trabalho da representação) obriga-o a acomodar-se no outro espaço. A atuação performática e as novas formas de dramaturgia (vide relatório anterior) são fortes indícios deste trabalho de acomodação sofrido pelo teatro que já não cumpre tão bem a função de lugar de representar, mas sim de lugar de atuar, de viver uma experiência e compartilhá-la. Nesta perspectiva explica-se o aumento do número de praticantes de teatro e diminuição no número de expectadores. Para ver uma história ser contada recorre-se ao cinema, para vivenciar uma experiência coletiva com contatos entre pessoas recorre-se ao teatro. Novamente reforço o fator transformação e critico o termo crise. Este movimento de aumento de atores e diminuição de expectadores faz crescer a demanda por escolas de teatro, pesquisas e trabalhos na área de pedagogia teatral, ou seja a atividade teatral cresce em alguns setores e diminui em outros. O que pode estar ocorrendo é um retorno do teatro a sua natureza primordial de celebração, rito e encontro. Cabe salientar ainda, que os novos praticantes de teatro são também os grupos que irão assistir teatro, assim, mesmo a crise como redução de público do teatro é relativa. O teatro torna-se uma prática social exercida por uma poderosa parcela de pessoas engajadas nas mais diversas motivações pessoais, entre tantas outras: Ampliar o horizonte cultural, socializar-se, vencer bloqueios emocionais e psicológicos, pesquisar temas e linguagens diversos, estabelecer contato interpessoal, viver uma experiência não cotidiana etc. 

Exercícios de reflexão a partir da leitura e discussão do texto: GUENOUM, Denis. O teatro é necessário? São Paulo, Perspectiva.  Atividade proposta por Rodolfo Garcia Vazquez em aula do curso de ATUAÇÃO da SP ESCOLA DE TEATRO - 1º Semestre de 2010

terça-feira, 19 de julho de 2011

Trabalhadores da Cultura, é hora de perder a paciência!

ÚLTIMA PLENÁRIA ANTES DA MANIFESTAÇÃO!

NA PRÓXIMA TERÇA-FEIRA, ÀS 19H,
ACONTECERÁ A ÚLTIMA PLENÁRIA ANTES DA MANIFESTAÇÃO
CONTRA A FALTA DE PROGRAMAS E POLÍTICAS CULTURAIS DO GOVERNO FEDERAL.
SERÁ UMA GRANDE MANIFESTAÇÃO COMPOSTA POR TRABALHADORES DA CULTURA
DE SÃO PAULO E CIDADES PRÓXIMAS.
LEIA O MANIFESTO E NÃO DEIXE DE COMPARECER
AO ENCONTRO NO STUDIO 184 (PRAÇA ROOSEVELT, Nº 184)
PARA SABER A DATA, HORÁRIO E LOCAL DA GRANDE MANIFESTAÇÃO.

TRABALHADORES DA CULTURA, É HORA DE PERDER A PACIÊNCIA!

Link do Manifesto:
http://www.cooperativadeteatro.com.br/informes/2011/54/manifesto.pdf

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movimento artístico contra a falta de políticas culturais

Sua principal meta é ver aprovada uma “política pública de cultura
que não esteja sujeita às leis de mercado, que seja justa, descentralizada,
possibilite o acesso da população à produção e fruição dos bens culturais,
o acesso aos fundos públicos através de editais e leis transparentes
e esteja vinculada a um projeto de sociedade
sem as imensas desigualdades sociais vigentes hoje no país”.

O grupo tem como lema a frase “Trabalhadores da Cultura, é hora de perder a paciência”,
inspirados pelo poema Quando os Trabalhadores Perderem a Paciência, de Mauro Iasi.

Confira os principais tópicos discutidos na reunião do dia 11/07
... mais em http://www.cooperativadeteatro.com.br/2010/?p=4935 ...


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É HORA DE PERDER A PACIÊNCIA!

O Movimento de trabalhadores da cultura
quer tornar pública sua indignação e recusa
ao tratamento que vem sendo dado à cultura deste país,
aprofundando e reafirmando as posições defendidas desde 1999,
no Movimento Arte Contra Bárbarie.

A arte é um elemento insubstituível para um país
por registrar, difundir e refletir o imaginário de seu povo.

Cultura é prioridade de Estado,
por fundamentar o exercício crítico do ser humano
na construção de uma sociedade mais justa.

A produção artística vive uma situação de estrangulamento
que é resultado da mercantilização imposta à cultura e à sociedade brasileiras.
O estado prioriza o capital e os governos municipais, estaduais e federal
teimam em privatizar a cultura, a saúde, a educação ...

É esse discurso que confunde uma política para a agricultura com dinheiro para o agronegócio;
educação com transferência de recursos públicos para faculdades privadas;
incentivo à cultura com Imposto de Renda usado para o marketing,
servindo a propaganda de grandes corporações.

Por meio da renúncia fiscal – em leis como a Lei Rouanet -
os governos transferem a administração de dinheiro público,
destinado à produção cultural, para as mãos das empresas.
Dinheiro público utilizado para interesses privados.
Esta política não amplia o acesso aos bens culturais e
principalmente não garante a produção continuada de projetos culturais.

Em 2011 a cultura sofreu mais um ataque: um corte de 2/3 de sua verba anual
(de 0,2% foi para 0,06% do orçamento geral da União)
em um momento de prosperidade da economia brasileira.

Esta regressão implicou na suspensão
de todos os editais federais de incentivo à Cultura no país,
num processo claro de destruição das poucas conquistas da categoria.

Enquanto isso, a renúncia fiscal da Lei Rouanet
não sofreu qualquer alteração
apesar de inúmeras críticas
de toda a sociedade.

Trabalhadores da Cultura, é HORA DE PERDER A PACIÊNCIA:
Exigimos dinheiro público para arte pública!

Arte pública é aquela financiada por dinheiro público, oferecida gratuitamente,
acessível a amplas camadas da população – arte feita para o povo.
Arte pública é aquela que oferece condições
para que qualquer cidadão possa escolhê-la como seu ofício
e, escolhendo-a, possa viver dela – arte feita pelo povo.

Por uma arte pública tanto nós, trabalhadores da cultura,
como toda a população tem seu direito ao acesso irrestrito aos bens culturais,
exigimos programas – e não um programa único–
estabelecidos em leis com orçamentos próprios,
que estruturem uma política cultural contínua e independente
– como é o caso do Prêmio Teatro Brasileiro,
um modelo de lei proposto pela categoria
após mais de 10 anos de discussões.

Por uma arte pública exigimos Fundos de Cultura, também estabelecidos em lei,
com regras e orçamentos próprios a serem obedecidos pelos governos
e executados por meio de editais públicos, reelaborados constantemente
com a participação da sociedade e não apenas nos gabinetes.

Por uma arte pública, exigimos a imediata votação da PEC 236,
que prevê a cultura como direito social, e também imediata votação da PEC 150,
que garante que 2% do orçamento da União seja destinado à Cultura,
nos padrões propostos pela ONU, para que assim tenhamos recursos
que possibilitem o tratamento merecido à cultura brasileira.

Por uma arte pública, exigimos a imediata publicação
dos editais de incentivo cultural que foram suspensos
e o descontingenciamento imediato da já pequena verba destinada à Cultura.

Por uma arte pública, exigimos o fim da política de privatizações
e sucateamentos dos equipamentos culturais,
o fim das leis de renúncia fiscal,
o fim da burocratização dos espaços públicos
e das contínuas repressões e proibições que os trabalhadores da cultura
têm diariamente sofrido em sua luta pela sobrevivência.

Por uma arte pública queremos ter representatividade dentro das comissões dos editais,
ter representatividade nas decisões e deliberações sobre a cultura,
que estão nas mãos dos interesses do mercado.
Por uma arte pública, hoje nos dirigimos à Senhora Presidente da República,
aos Senhores Ministros da Fazenda e às Senhoras Ministras do Planejamento e Casa Civil,
já que o Ministério da Cultura, devido seu baixo orçamento encontrar-se moribundo e impotente.

Exigimos a criação de uma política pública e não mercantil de cultura, uma política de Estado,
que não pode se restringir às ações e oscilações dos governos de plantão.

O Movimento de Trabalhadores da Cultura
chama toda a população a se unir a nós nesta luta.

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sábado, 16 de julho de 2011

BOA SORTE – ESTRÉIA DIA 29 EM SÃO PAULO

Obra de Jorge Furtado pela primeira vez nos palcos



Segundo espetáculo do grupo CasaDaVó, Boa Sorte estréia sexta, 29, na FUNARTE. O espetáculo parte de um conto de Jorge Furtado, diretor e roteirista de filmes de sucesso como Ilha das Flores, O Homem que Copiava e Meu Tio Matou um Cara. Um homem relata para os espectadores a época de sua adolescência, período em que se percebe “invisível”. A invisibilidade é, na verdade, uma dificuldade no convívio social que o leva a experimentar, escondido, um remédio usado pela mãe para tratamento de ansiedade. O uso o deixa à vontade com sua “invisibilidade” e desencadeia atitudes extremas como invadir o banheiro feminino e ingerir altas doses de álcool. Os problemas com sua invisibilidade continuam até o momento que seus pais resolvem interná-lo numa clínica. Lá se relaciona com uma paciente terminal.


Temas densos são contados com leveza, humor e ironia, característicos da obra de Jorge Furtado. Um coro de oito atores se reveza no papel do narrador, na representação da personagem principal, nas aparições de personagens secundários e nas alucinações do protagonista. Uma movimentação coreografada traz para a cena o ritmo ágil e cinematográfico contido no texto, dialogando com os flashes de lembrança do narrador. Com a montagem de Boa Sorte o grupo CasaDaVó, retoma seu trabalho com um público jovem que encontra poucas opções de peças voltadas para sua faixa-etária. O espetáculo aborda o universo juvenil e o tema da passagem da adolescência para o mundo adulto.


Autor: Jorge Furtado Direção: Rafael Truffaut Assistente de Direção: Vítor Freire Produção: Alexis Müller e Fernanda Gama Elenco: Alexis Müller, Amanda Nicolosi, Anna Carolina Longano, Cauê Ferreira, Mel Kinker, Neto Villar, Vanessa Ouros, Vítor Freire Preparador Vocal: Cauê Ferreira Preparadora Corporal: Anna Carolina Longanno Iluminação: Otávio Dias Figurinos: Philippe Juhè Cenografia: Cris Amorim Sonoplastia: Samuel Gambini Produção de Vídeos: Mel Kinker Projeto Gráfico: Neto Villar Gerencia de Mídias Sociais: Felipe Pacheco Assessoria de Imprensa: Tom Paranhos

BOA SORTE
De 29 de Julho a 7 de Agosto, Sextas e Sábados às 21h e Domingo às 19h.
Funarte SP - Sala Guiomar Novaes - Alameda Nothmann, Nº 1058 - Campos Elíseos - São Paulo (próximo ao metro Santa Cecília) – Fone: 11 3662-5177
Ingressos: R$ 20,00 (inteira), R$ 10,00 (meia)
Comédia; 60 minutos; 160 Lugares; Classificação 14 anos.
grupocasadavo@gmail.com

11 3984 4469/ 11 7244 7072 (Tom Paranhos)
http://casadavo.tumblr.com/

segunda-feira, 30 de maio de 2011

[O] BLOCO DO EU SOZINHO - SEGUNDA TEMPORADA EM JULHO

Sucesso de público na primeira temporada paulistana, o espetáculo volta ao Espaço dos Satyros II todas as quintas de julho, 21hs. O espetáculo é uma "trilha cênica" a partir das opiniões, sensações e lembranças dos atores sobre o álbum homônimo do Los Hermanos que neste ano comemora dez anos de lançamento.



[O] Bloco do Eu Sozinho
Com: Eder Bastos, Fernanda Otaviano, Tom Paranhos e Vanessa Ouros
07 a 28 de julho, quintas, 21hs
Espaço dos Satyros II - Praça Roosevelt, 134
Ingressos: R$ 20,00 (Inteira) e R$ 10,00 (Meia). Reservas: 11 3258 6345
50 minutos, Livre.
http://www.atocontinuo.net/

domingo, 10 de abril de 2011

[O] BLOCO DO EU SOZINHO EM FESTA HOJE NA GAMBIARRA

Com a presença do grupo Atocontínuo... e convidados.
Domingo, 10 de abril - 23hs - Av Henriquei Schaumann, 794, Pinheiros